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IOF: tudo que você precisa saber

IOF: tudo que você precisa saber

Provavelmente você já ouvir falar em IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Mas você sabe o que é o IOF? Como te afeta na prática? Quando ele é cobrado? Se não, continue neste artigo que iremos te explicar tudo. Abordaremos:

  1. O que é IOF e por que é importante conhecê-lo
  2. Quando e por que foi criado o IOF.
  3. Como ele afeta o mercado e a economia
  4. Em quais operações ele é cobrado
  5. O que é o IOF e por que é importante conhecê-lo

Sabe-se que os impostos no Brasil são muitos e costumam ser bem altos.

A falta de transparência a respeito das tarifas e impostos cobrados faz com que muitas pessoas paguem a mais sem saber da existência da necessidade de pagamento.

Por isso, é importantíssimo conhecê-los.

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é uma taxa cobrada em determinadas operações, tais como empréstimos, operações de câmbio, contratação de seguros e venda de títulos imobiliários.

A alíquota pode variar bastante dependendo da movimentação: é cobrado 6,38% de taxa sobre compras internacionais com cartão de crédito e 1,1% sobre operações com moeda estrangeira, por exemplo. No entanto, elas podem ser alteradas com relativa facilidade, pois não necessitam de aprovação do Congresso Nacional.

Quando e por que foi criado o IOF

O Imposto sobre Operações Financeiras foi criado em 1990, como uma medida do Plano Collor, que buscava estabilizar a economia e a inflação.

Inicialmente, ele tinha como objetivo regular a política de crédito, câmbio, seguro e valores mobiliários no Brasil. Por meio do montante arrecadado nas operações, é possível conhecer a demanda e a oferta de crédito no mercado.

No entanto, mesmo depois do Plano Real e do controle da inflação, ele continuou a existir como mais uma fonte de arrecadação do governo, podendo também ser usado para manipular alguns setores específicos da economia.

Como ele afeta o mercado e a economia

O IOF pode ser ajustado com o fim de estimular ou desestimular certas operações. Veja:

Quando a alíquota do IOF sobe, a operação em questão fica mais cara para ser executada. Logo, a tendência é sua frequência diminua. O contrário (quando as alíquotas são reduzidas) também acontece.

Assim, o governo consegue obter um certo controle sobre algumas áreas da economia do país.

Em quais operações ele é cobrado?

  • contratação de empréstimos ou financiamentos;
  • contratação de seguros;
  • compra ou venda de moeda estrangeira;
  • uso do cheque especial;
  • compras internacionais com cartão de crédito;
  • transferências internacionais para ou terceiros ou para contas de mesma titularidade;

A maior alíquota é para compras internacionais (6,38%) e a menor é para contratação de empréstimos, financiamentos e seguros, uso do cheque especial e transferência internacional para terceiros (0,38% em todos os casos citados).

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