O impacto das finanças pessoais na produtividade do trabalhador

O impacto das finanças pessoais na produtividade do trabalhador

Cada vez mais atentas a fatores externos que podem impactar a motivação, o engajamento e a produtividade de seus funcionários, empresas de todo o mundo têm implantado iniciativas internas para conscientizar os colaboradores sobre a importância de ter um controle do orçamento pessoal e familiar, e também acesso à créditos de qualidade.

Os colaboradores menos sobrecarregados por problemas financeiros são mais produtivos, inovadores e engajados, enquanto que os que estão mais preocupados no dia a dia com as dificuldades financeiras se ausentam com maior frequência, demonstram menos comprometimento com a empresa e estão menos satisfeitos com seus salários, independentemente do seu valor, fatos estes comprovados por pesquisas e estudos nacionais e internacionais.

Situação financeira pessoal vs. produtividade no trabalho

No mundo profissional ideal, o funcionário precisa deixar os problemas pessoais, e principalmente financeiro, do lado de fora da empresa. Mas essa é uma missão difícil, sobretudo quando o assunto é inadimplência: o estudo The Employer’s Guide to Financial Wellbeing 2018, feito com mais de 10 000 funcionários no Reino Unido, concluiu que as dívidas diminuem em média 15% a produtividade.

Outra pesquisa, a “Employee Financial Wellness Survey” (PWC,2018), realizada nos EUA com mais de 1600 colaboradores, quase metade dos funcionários, cerca de 47%, relatam que estão estressados com sua situação financeira e 41% dizem que seu nível de estresse aumentou nos últimos 12 meses.

A pesquisa ainda diz que 25% dos funcionários relatam que os problemas com finanças pessoais têm sido uma distração no trabalho. 43% das pessoas que estão distraídas com suas finanças no trabalho dizem que passam três horas ou mais no trabalho a cada semana pensando ou lidando com questões relacionadas às suas finanças pessoais.

Um Estudo realizado pela MetLife sobre Tendências de Benefícios para Funcionários (2018), diz que somente 40% dos funcionários no Brasil sentem que possuem controle sobre suas finanças. Além disso, 42% dos funcionários não sentem confiança para tomar decisões financeiras certas para sua família, o que demonstra a falta de conhecimento neste âmbito e um reflexo negativo na vida profissional.

O estudo da MetLife ainda mostra que 37% dos funcionários concordam que passam mais tempo pensando em sua vida financeira no trabalho do que realmente deveriam. Outro dado importante é que 82% dos funcionários colocam a educação financeira como um benefício importante que deve ser fornecido pela empresa.

Educação financeira nas empresas

Um levantamento da Unicamp e do Instituto Axxus para a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) mostra que 96% dos profissionais de RH acreditam que os colaboradores com mais dificuldades em administrar suas próprias finanças são menos produtivos no ambiente de trabalho.

Por outro lado, 87% das empresas dizem desconhecer a realidade financeira dos seus funcionários. Ainda assim, metade das empresas entrevistadas diz ter realizado ações voltadas à educação financeira.

Mais do que aumentar a produtividade, 94% das companhias perceberam que os colaboradores superaram as dificuldades após o treinamento. Cada vez mais as empresas tem se conscientizado dos benefícios e impactos positivos que a educação financeira pode proporcionar porque vivenciam na prática os problemas que um funcionário endividado pode trazer para a companhia.

Essa é uma prova de que a área de RH pode – e deve – ajudar seus colaboradores a terem uma saúde financeira mais saudável. Isso diminui o presenteísmo (quando o profissional vai ao trabalho, mas está completamente disperso) e o absenteísmo (faltas) e aumenta a produtividade. São resultados de curto, médio e longo prazo que têm impacto até mesmo na rentabilidade da empresa ao proporcionar um ambiente muito mais produtivo e equilibrado.

Conclusão e solução

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que 20% dos brasileiros utilizaram cheque especial no último ano, sendo que 25% desse total recorreu a essa modalidade por causa de imprevistos com doenças ou compra de medicamentos.

É por isso que companhias devem ir além do vale-transporte e do vale-alimentação e oferecem Educação Financeira e Crédito de Qualidade aos seus colaboradores. Assim, é possível evitar que o colaborador se enrole com modalidades de crédito prejudiciais para a saúde financeira.

A Unit oferece às empresas parceiras o projeto Unit Educação. Com ele, os colaboradores da empresa terão acesso a:

  • Workshops presenciais sobre educação financeira;
  • Curso online completo sobre educação financeira;
  • Materiais exclusivos como apostila e planilha de planejamento financeiro;
  • Atendimento individual e humanizado via Whatsapp;
  • Linha de crédito consignado até 15x mais barato do que as outras modalidades e muito mais.

Para se tornar uma empresa parceira e oferecer os benefícios corporativos do Crédito de Qualidade e da Educação Financeira, basta acessar nosso site www.somosunit.com.br e clicar em Cadastrar Empresa que em breve nosso time entrará em contato.

Por Gabriel Harchbart Dias
Head da Unit Educação

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